Depois de 22h de bus numa auto-estrada, dizem eles, que mais parecia a estrada lá de Malpartida onde só passam as ovelhas, chegámos. Vivas e contentes por termos comprado os bilhetes mais baratos, tão baratos que as nossas poltronas nem existiam, o que nos valeu uma bela viagem na cabine vip com mais um senhor que gentilmente nos ofereceu o jantar. Quem disse que ser pelintra era mau?
São Paulo engole qualquer um, até num domingo em que as ruas estão vazias o betão e a podridão tornam qualquer ser minimamente feliz num bicho. É brutal no verdadeiro sentido da palavra.
O Moderno em cidade aqui está ele.
É claro que enquanto estudante de arquitectura chega a ser orgásmico, mas é uma sensação agri-doce que se vai mantendo bem firme em todas as cidades que já visitámos aqui no Brasil.
É claro que depois tanta agitação paras as nossas cabecinhas fomos-nos refugiar na ilha mais próxima que encontrámos, não fossem os filhas duma grande p**** dos mosquitos e tinha sido perfeito.
Foi quase vá.
Daqui a uma semana a aventura é outra.

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