sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Buenos Aires uma cidade do carailes


Assim que chegamos via ferry à terra do tango percebemos que teriamos uma grande aventura pela frente. Sò tinhamos reais e apenas poderìamos sair do terminal via colectivo (autocarro). Nada melhor para começar do que um subornozinho ao chefe lá do sitio. Depois disto foi sempre a somar, desde mercados negros e trocas de dinheiros na rua até tranferencias ilegais aconselhadas pelo homem do banco, buenos aires todo um misterio por desvendar.
À parte tudo isto fomos recebidos da melhor maneira que poderíamos esperar. Os nossos hosts do couchsurfing Maxi, Mike e Sebastian (logistic now) foram os melhores companheiros que poderiamos ter. Jantares vegans à segunda e parrilla na terça, tambores em carapachay, afrobeat e chuva na tola. Graças a eles, Buenos Aires e os cinco dias que lá passámos ficarao para sempre no nosso coraçao.  Obrigada chicos voces sao os maiores. Volveremos por supuesto.
até já.
 















A partir de agora somos apenas 3 e rumamos para a bolivia.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

URUGUAY

O mochilas comecou.
Uma curta viagem de 12h de onibus e estamos no Uruguay.
Calor, mosquitos e praia... que mais?

Mais fotos do joao horta em http://sud-america.tumblr.com/






 foto joao horta

foto joao horta 


foto joao horta  


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

São Paulo - Ilhabela - São Paulo - Floripa

Depois de 22h de bus numa auto-estrada, dizem eles, que mais parecia a estrada lá de Malpartida onde só passam as ovelhas, chegámos. Vivas e contentes por termos comprado os bilhetes mais baratos, tão baratos que as nossas poltronas nem existiam, o que nos valeu uma bela viagem na cabine vip com mais um senhor que gentilmente nos ofereceu o jantar. Quem disse que ser pelintra era mau?




São Paulo engole qualquer um, até num domingo em que as ruas estão vazias o betão e a podridão tornam qualquer ser minimamente feliz num bicho. É brutal no verdadeiro sentido da palavra. 
O Moderno em cidade aqui está ele.





É claro que enquanto estudante de arquitectura chega a ser orgásmico, mas é uma sensação agri-doce que se vai mantendo bem firme em todas as cidades que já visitámos aqui no Brasil.




É claro que depois tanta agitação paras as nossas cabecinhas fomos-nos refugiar na ilha mais próxima que encontrámos, não fossem os filhas duma grande p**** dos mosquitos e tinha sido perfeito.
Foi quase vá.





 Daqui a uma semana a aventura é outra.





about christmas

finalmente um post 

Já passou o natal, o ano novo, e não tarda (menos de uma semana) estamos nós de mochila às costas por essa estrada fora!

Pois bem o natal... o natal foi passado na Ilhabela, uma ilha do estado de São Paulo, coisa de gente chique e do bem. 
Após 24 horas de ônibus com uma parada de 3 horas numa "cidade" no interior do Brasil, as tugas chegaram a São Paulo. Um dia inteiro a conhecer a cidade com o fernando e uma noite "bem" dormida num quarto partilhado com um doido varrido e uma sra. puta (de profissão mesmo!), prepararam-nos para mais uma viagem em auto-estradas de terra batida até ao destino. Após 6 horas e uma travessia marítima estávamos na ilha de braço estendido a pedir a nossa primeira carona nas américas.
As curtas férias foram passadas com a Caroline (amiga francesa que estuda conosco em Porto Alegre) o Cláudio (mais conhecido por coxo, italiano amigo de Lisboa que veio estudar tambem para Porto Alegre) e porque na vida não há coincidências, o Arthur e a Hanna (dois amigos que conhecemos em Lisboa há dois anos a trás e que há 2 meses se mudaram para o Rio).
Não é preciso voltar a bater no ceguinho e dizer que as praias são lindas e bla bla bla... só uma foto vá


Noite de Natal: tínhamos o hostel todo só para nós, muito estranhamente.
Enchemos a mesa com comidinha da boa, salmão à la Arthur, batata à la Catarina, pasta à la coxo, bruchetas à la Marta. Substituímos o bolo rei por um chocolattone, o vinho tinto por caipirinha e a árvore de natal por palmeiras. Tivemos direito a pai natal (eu por sinal), prendinhas (que trocamos entre nós, tipo amigo secreto, com coisas que apanhamos no chão) e skype com a famelga (choradeira, não é preciso dizer mais nada). Escusado será dizer que entrámos no dia de natal com um belo mergulho em águas salgadas, quando o sol já quase se via.
Única coisa escusada da ilha eram os raiças dos mosquitos (que têm um nome especial), que deixaram as pernas da minha pobre catarina feitas num 8! De resto, tudo perfeito...

Dia 27 e estávamos de regresso a São Paulo, desta feita com a Caroline, onde passamos mais um dia e uma noite. Daí o destino levou-nos até Florianopolis onde passamos o Revellion (fotos e post em breve).